domingo, 18 de maio de 2008

“E ela cai.
Sem memórias nem amores
Seus sonhos, tão desconexos...
Secam as lágrimas de sangue
Que escorrem de seus olhos.
Tão confusa e tão real
Tão verdadeira quanto o nada.
Cantando os encantos de ser ninguém.
Enquanto o vento apaga suas pegadas pelo chão.
E você? Vai deixar que apaguem suas pegadas?

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