Não vejo muitos motivos para dar meu ‘olá’ caloroso de sempre hoje.
Meu dia foi tão cinza quanto o céu que se via pela janela no momento em que a noticia nos foi dada. Aquela noticia que ninguém esperava, na verdade...
Dizem que, cada um dos desafios que nós enfrentamos em nossas vidas nos faz aprender lições importantes sobre a própria vida. E o de hoje me fez ver que o espaço existente entre a o nascer e o morrer é apenas uma questão de tempo. E em muitos casos é uma questão de muito pouco tempo.
Existir é um verbo tão vulnerável. E quantas vezes você já deu valor a ele? Não estou querendo parecer pessimista, mas é uma das verdades que a morte nos faz entender e enxergar. Os que um dia estão aqui, no outro nunca saberemos. Os sorrisos que vemos hoje podem virar lágrimas intermináveis amanhã. Mas e as lembranças? Ah, as lembranças vão ser sempre as mesmas. Serão sempre as melhores.
Viver é como ver o céu ensolarado de um dia de verão... e a morte é a chuva de fim de tarde. A nós resta apenas decidir o que fazer antes que o tempo mude.
E os que se vão hoje, que descansem em paz.
*Texto dedicado à William Nakamura.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
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2 comentários:
Grande homenagem Sara Rita, ele concerteza merece...
Boa viajem até o além japonês...
fica bem meu garoto...
yeh uma grande homenagem!!!
Vá com Deus Japa!
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